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CRÍTICA E LIBERDADE DE IMPRENSA NÃO PODE SER DEFAMATÓRIA Visto de trabalho é concedido em forma de “privilegio”, não é definitivo e nem tampouco obrigatório. Primeiramente, pode ser concedido ou não e/ou pode ser cancelado por quem o concedeu. Neste caso, quem o recebeu, deve seguir as leis e obrigações impostas pelos códigos da lei vigente no país. Devemos lembrar que o correspondente do NYT escreveu uma matéria injuriando um presidente de uma nação, sem a menor preocupação quanto as consequências deste ato perante as outras nações e seus habitantes e muito menos considerando a privacidade, dele (Lula) como cidadão e presidente de um país que está tentado restabelecer o amor próprio e a auto-estima do povo brasileiro, há muito esquecida por governos anteriores e políticos profissionais, que só é “mencionada” em épocas de eleição. Engano os que acreditam que ele (Lula) é homen publico 24 horas por dia, mas manter a postura de presidente quando em público e uma questao de imagem. É bem difícil separar o ser humano “Lula” do ser “presidente da Republica”. É aconselhável usar a hipocrisia para diferenciar um do outro? Sua privacidade só a ele lhe compete julgar, e pagar as consequencias, certamente. No país de origem deste correspondente existe uma lei chamada”Privacy Act” e suponho que ele é pleno conhecedor da mesma. No Brasil temos algo similar, nao sei se melhor, pior ou igual, mas só sei que para se obter seu saldo bancário ou sua ficha de crédito, a assinatura e consentimento são obrigatórios e que sua carteira de motorista pode ser revogada, porque não um visto de trabalho? Mesmo porque o oficial de emigracao nos USA, nao tem que pedir consentimento a ministro de justica ou ao presidente da republica, ele tem o poder para tanto. Este senhor não procurou os fatos de uma maneira correta e professional. O Presidente “Lula” dirige uma nação, seus atos são públicos e as decisões são tomadas por um consenso de assessores e ministros e ele tem uma loga história de ser um bom negociador, quando em suas atividades sindicais e em suas decisões políticas. Possivelmente não está agradando a todos, mas ninguém pode negar que levou o nome do Brasil a outro povos distantes, uma menssagem de paz de esperança para os famintos, e progresso, embora por caminhos diferentes de outras nações e temos que pagar um preço alto por isso. Quero ratificar que pode não ser uma nação com muita ordem, mas é a nação que temos, o povo que temos. Se temos os passos de samba e futebol nos pés e mulheres bonitas e somos pobres, são nossos os problemas e somente a nós cabe resolve-los. Acredito que o cancelamento do visto de trabalho do correspondente do NYT foi uma ação justa, que há 37 anos não era tomada, e importante, não porque não aceitamos críticas, mas porque foi uma crítica sem objetivos definidos e até sem muita importância, a nao ser de pretender denegrir a imagem de um presidente e seu povo. Vivemos em plendo estado democrático e de direito. A imprensa continuará a ser livre da mesma forma que sempre foi, mas precisamos, ao mesmos tempo, dar aos profissionais da imprensa e a oficiais do governo e aos políticos oportunidade de repensar atos e atidudes, e mostrar para esta geração que está chegando a responsabilidade que tem de manter este Status Quo a qualquer custo, para que seus filhos e netos nao passem o que a nossa geração teve que enfrentar e para que o Brasil não se torne no futuro um novo Iraque. John Updown.
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